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BrockLesnar:
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Emblemas : Proposta de Lei n° 265/2020 - "Da edição da seção I do cap. V do Código de Conduta Militar" IT693Sou um militar da PMRCC
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Proposta de Lei n° 265/2020 - "Da edição da seção I do cap. V do Código de Conduta Militar" PT732 Exército Habbo
Seg 3 Ago - 14:36
• Proposta de Lei (PL): "Da edição da seção I do cap. V do Código de Conduta Militar"

Tipo: (  ) Adição   (X) Edição   (  ) Remoção

Documento a ser alterado: Código de Conduta Militar.

Trecho atual:

Trecho atual:

CAPÍTULO V
BATALHÃO

Seção I
FUNÇÕES

Artigo 1°- A Recepção é o local pelo qual os futuros líderes de nossa instituição militar são alistados, com respeito e agilidade da parte dos recepcionistas.

§ 1°- Nesta, os policiais devem obediência ao Cabo da Guarda, sendo este aquele que possui cor de fala vermelha.

I - Em caso de dúvidas em relação aos procedimentos para entrada de civis, os recepcionistas poderão acenar, para assim terem seus questionamentos sanados.

§ 2°- É a função da qual todo policial, ao se encontrar em disponibilidade, nela havendo vaga ou superior hierárquico a este assumindo, dever-se-á assumi-la.

§ 3°- É necessária total atenção às palavras do Cabo da Guarda, uma vez que a qualquer momento um comando ou ordem por este pode ser dada.

Artigo 2° - O Oficial da Guarda é responsável por todo e qualquer acontecimento dentro do batalhão.

§ 1°- Seu posto se localiza no palanque que fica a frente do tapete amarelo.

§ 2°- Seu balão de fala deve ser da cor amarela.

§ 3°- Seu objetivo é, portanto, conceder funções aos policiais que estiverem presentes e ativos, mantendo o batalhão em ordem e em perfeito funcionamento.

§ 4°- É o autor do comando "Sentido", que deverá ser executado por todo o batalhão.

§ 5°- Para ocupar a função de Oficial da Guarda, sem auxílio, é necessário possuir direitos e seguir as seguintes condições:

I - O Oficial da Guarda deverá ser obrigatoriamente par ou superior ao Cabo da Guarda, exceto quando for subalterno ao posto de Sargento/Advogado.

II - É estritamente proibido assumir a função de Oficial da Guarda utilizando dispositivos móveis (celulares, tablets e afins).

III - É obrigatório que, antes de assumir essa função, o militar tenha feito a leitura do "Manual de Comando":  Clique aqui.

Artigo 3° - O Cabo da Guarda é responsável pela recepção e pelos policiais que estiverem exercendo sua função nesse local.

§ 1°- Seu posto se localiza no palanque, que fica a frente do tapete vermelho.

§ 2°- Seu balão de fala deve ser da cor vermelha.

§ 3°- Ele deve dar o sentido para toda a Recepção, seguindo as restrições do artigo anterior.

§ 4°- Seu objetivo é, portanto, treinar sua recepção que em casos de recepcionistas com recrutas, deve mantê-los atendendo-os e garantindo a lotação de civis nas cabines. Sendo que poderá delegar policiais para irem em missões de recrutamento, evitando assim que as cabines se esvaziem.

§ 5°- Para assumir tal função terão que ser seguidas as seguintes condições:

I - Sendo do Corpo Militar, é dever do policial ter patente igual ou superior a Sargento, possuir o "Curso de Formação de Sargentos", aplicado pela companhia dos Treinadores, concluído, encontrando-se este confirmado no RCC System.

II - Sendo do Corpo Executivo, é dever do policial ter cargo igual ou superior a Advogado, possuir a "Aula de Praças Avançada", aplicada pela companhia Escola de Formação de Executivos, concluída, encontrando-se este confirmado no RCC System.

III - O Cabo da Guarda deverá ser obrigatoriamente par ou subalterno ao Oficial da Guarda. Salvo os casos em que o Oficial da Guarda seja subordinado ao posto hierárquico de Sargento/Advogado, o Cabo da Guarda poderá ser superior hierarquicamente àquele.

Artigo 4° - Os Operadores deverão atuar na sala de controle, monitorando a entrada de recrutas, praças, aliados e convidados.

§ 1° O Operador 1 é o responsável por verificar o fardamento, missão e emblema favoritado do monitorado.

§ 2° O Operador 2 é o responsável por verificar o perfil do monitorado, averiguando também se há número ou adereço presente na parte traseira da farda. Também deve verificar a cor na fala que o usuário utiliza.

§ 3° - O Operador 3 é o responsável por conferir se o usuário consta no RCC System. É também a última verificação que o monitorado receberá para adentrar ao batalhão. Deve ter total atenção aos mínimos detalhes na hora de liberar a entrada.

§ 4° - O O Operador 4 é o responsável pela entrada de Recrutas que serão encaminhados automaticamente à Área de Recrutas. Este deve verificar o fardamento, missão, emblema favoritado, perfil, adereços e se o nome do indivíduo consta ou não no RCC System, no tópico de exonerados e se o mesmo é policial da ativa.

§ 5° - Quando o batalhão vigente for o Auxiliar, visto que há apenas dois operadores, o Operador 1 ficará responsável pela sua função padrão e pelas funções do operador 2, e o Operador 2 ficará responsável pela função do operador 3.

Observações: Para ocupar a função de Operador, sendo do Corpo Militar, é dever do policial ter patente igual ou superior a Cabo, possuir conclusão no "Curso de Formação de Cabos" e na "Aula de Segurança", aplicadas, respectivamente, pelas companhias dos Instrutores e a dos Supervisores, encontrando-se estas confirmadas no RCC System.

Para ocupar a função de Operador, sendo do Corpo Executivo, é dever do policial ter cargo igual ou superior a Inspetor, possuir conclusão na "Aula de Praças Intermediária" e na "Aula de Segurança", aplicadas, respectivamente, pelas companhias Escola de Formação de Executivos e a dos Supervisores, encontrando-se estas confirmadas no RCC System.

Caso o batalhão vigente for o auxiliar, cabe aos operadores verificar se o individuo que está solicitando o acesso ao batalhão é irregular, sendo este identificado como fake. Caso a entrada de um individuo irregular seja realizada, os operadores deverão ser punidos com o acréscimo de 40 medalhas efetivas negativas.

Artigo 5° - O Auxiliar Operacional é o responsável por manter os operadores atentos às suas funções e aos comandos que forem dados na base, sendo também o encarregado de substituir um operador caso o mesmo tenha que sair ou ficar ausente. Caso membros do GOPH queiram adentrar ao batalhão, o AO ficará responsável pelo conferimento da listagem de exonerados no RCC System, salvo casos quando o batalhão vigente for o Auxiliar, que no caso, o OP2 estará responsável por isso.

Observações: Para ocupar a função de Auxiliar Operacional, sendo do Corpo Militar, é dever do policial ter patente igual ou superior a Sargento, possuir o "Curso de Formação de Sargentos", aplicado pela companhia dos Treinadores, concluído, encontrando-se este confirmado no RCC System.

Para ocupar a função de Auxiliar Operacional, sendo do Corpo Executivo, é dever do policial ter cargo igual ou superior a Advogado, possuir a "Aula de Praças Avançada", aplicada pela companhia Escola de Formação de Executivos, concluída, encontrando-se este confirmado no RCC System.

Cabe ao Auxiliar Operacional verificar, com o Operador 3 e o Operador 4, se o individuo que está solicitando o acesso ao batalhão é irregular, sendo este identificado como fake ou exonerado. Caso a entrada de um individuo irregular seja realizada, o Auxiliar Operacional e o Operador responsável deverão ser punidos com o acréscimo de 40 medalhas efetivas negativas.

Nota: O Auxiliar Operacional deverá ser obrigatoriamente o policial de maior patente/cargo presente na sala ou par do operador de maior patente/cargo

Artigo 6° - O Sentinela é o responsável por dar uma pré-instrução aos recrutas, enquanto eles estiverem a espera da aula. Deverá, portanto, instrui-los brevemente para que possam fixar melhor tudo o que será dito enquanto estiverem em aula. Seu balão de fala é cinza. Também deve abrir a porta de acesso ao teleporte, que dá acesso ao corredor dos Instrutores, para irem à sala de aula. Dentre os temas a serem abordados, estão: forma de tratamento, atendimento, comandos e como falar em negrito.

§ 1° - Para ocupar a função de sentinela, sendo do Corpo Militar, é dever do policial ter patente igual ou superior a Cabo, possuir conclusão no "Curso de Formação de Cabos" e na "Aula de Segurança", aplicadas, respectivamente, pelas companhias dos Instrutores e a dos Supervisores, encontrando-se estas confirmadas no RCC System.

§ 2° - Para ocupar a função de Sentinela, sendo do Corpo Executivo, é dever do policial ter cargo igual ou superior a Inspetor, possuir conclusão na "Aula de Praças Intermediária" e na "Aula de Segurança", aplicada, respectivamente, pelas companhias Escola de Formação de Executivos e a dos Supervisores, encontrando-se estas confirmadas no RCC System.

§ 3° - Nesta função, você deverá utilizar seus conhecimentos, podendo ser punido caso utilize script durante a pré-instrução.

§ 4° - Esta função não poderá ser exercida dentro da área do recruta, uma vez que o comando "sentido" deve ser prestado do seu posto, sendo ele palanque ou cadeira.

§ 5° - Fica da responsabilidade do sentinela alertar ao Instrutor que estiver no Hall dos Instrutores, quando tiver 03 recrutas ou 10 minutos de pré-aula. No caso onde não tenha instrutores, o sentinela deverá notificar o Oficial da Guarda.

§ 6° - No batalhão auxiliar, o Sentinela deverá manter a listagem de exonerados aberta, verificar se o recruta consta como ativo no system e conferir se os recrutas que adentram a área podem concluir o processo de conclusão de alistamento.

§ 7° - Instruções iniciais no batalhão auxiliar poderão ser realizadas com 02 recrutas ou 05 minutos de pré-aula

Nota: Caso um individuo exonerado seja liberado para realizar sua Instrução Inicial pelo Sentinela do batalhão auxiliar, este será punido com o acréscimo de 40 medalhas efetivas negativas.

Trecho proposto:

Trecho proposto:

CAPÍTULO V
BATALHÃO

Seção I
FUNÇÕES

Artigo 1° -Recepção é o local pelo qual os futuros líderes de nossa instituição militar são alistados, com respeito e agilidade da parte dos recepcionistas. Nesta, os policiais devem obediência ao Cabo da Guarda, identificado pelo balão de fala vermelho, sendo que em caso de dúvidas em relação aos procedimentos para entrada de civis, os recepcionistas poderão acenar, para assim terem seus questionamentos sanados. É função de todo policial assumir a função, caso esteja vaga ou preenchida por um superior hierárquico.

Artigo 2° - O Cabo da Guarda é o responsável pela recepção e pelos policiais que estiverem exercendo sua função nesse local, tendo seu posto localizado no palanque a frente do tapete vermelho, o indivíduo que ocupa a função é identificado pelo balão de fala vermelho. Seu objetivo é, portanto:

I - executar o comando "sentido" para toda a recepção;
II - treinar sua recepção;
III - garantir a lotação de civis nas cabines, delegando policiais disponíveis para recrutarem.

§ 1° - O Cabo da Guarda deverá ser obrigatoriamente par ou subalterno ao Oficial da Guarda. Casos em que o Oficial da Guarda seja equivalente ao posto hierárquico de Sargento/Advogado, o Cabo da Guarda poderá ser superior ao mesmo.

§ 2° - Para ocupar a função de Cabo da Guarda, sendo do Corpo Militar, é dever do policial ter patente igual ou superior a Sargento, possuir o "Curso de Formação de Sargentos", aplicado pela companhia dos Treinadores, concluído, encontrando-se este confirmado no RCC System.

§ 3° - Para ocupar a função de Cabo da Guarda, sendo do Corpo Executivo, é dever do policial ter cargo igual ou superior a Advogado, possuir a "Aula de Praças Avançada", aplicada pela companhia Escola de Formação de Executivos, concluída, encontrando-se esta confirmado no RCC System.

Artigo 3° - O Oficial da Guarda é responsável por todo e qualquer acontecimento dentro do batalhão, tendo seu posto localizado no palanque a frente do tapete amarelo, o indivíduo que ocupa a função é identificado pelo balão de fala amarelo. Seu objetivo é, portanto:

I - executar o comando "sentido" para todo o batalhão;
II - conceder funções aos policiais que estiverem presentes e ativos, mantendo o batalhão em ordem e em perfeito funcionamento.

§ 1° - É estritamente proibido assumir a função de Oficial da Guarda utilizando dispositivos móveis.

§ 2° - É obrigatório que, antes de assumir essa função, o militar tenha feito a leitura do "Manual de Comando", clique aqui para acessá-lo.

§ 3° - Para ocupar a função de Oficial da Guarda, sem auxílio, é necessário possuir direitos e seguir as condições supracitadas.

Artigo 4° - Os Operadores atuam na sala de controle, monitorando a entrada de recrutas, praças, aliados e convidados.

I - O Operador 1 é o responsável por verificar o fardamento, missão e emblema favoritado do monitorado;
II - O Operador 2 é o responsável por verificar o perfil do monitorado, averiguando também se há número ou adereço presente na parte traseira da farda. Também deve verificar a cor na fala que o usuário utiliza;
III - O Operador 3 é o responsável por conferir se o usuário consta no RCC System. É também a última verificação que o monitorado receberá para adentrar ao batalhão. Deve ter total atenção aos mínimos detalhes na hora de liberar a entrada;
IV - O Operador 4 é o responsável pela entrada de Recrutas que serão encaminhados automaticamente à Área de Recrutas. Este deve verificar o fardamento, missão, emblema favoritado, perfil, adereços e se o nome do indivíduo consta ou não no RCC System, no tópico de exonerados e se o mesmo é policial da ativa.

§ 1° - Caso o batalhão seja o Auxiliar, cabe aos operadores verificar se o individuo que está solicitando o acesso ao batalhão é irregular, sendo identificado como fake. Caso a entrada de um individuo irregular seja realizada, os operadores deverão ser punidos com o acréscimo de 40 medalhas efetivas negativas.

§ 2° - Quando o batalhão for o Auxiliar, visto que há apenas dois operadores, o Operador 1 ficará responsável pela sua função padrão e pelas funções do operador 2, e o Operador 2 ficará responsável pela função do operador 3.

§ 3° - Para ocupar a função de Operador, sendo do Corpo Militar, é dever do policial ter patente igual ou superior a Cabo, possuir conclusão no "Curso de Formação de Cabos" e na "Aula de Segurança", aplicadas, respectivamente, pelas companhias dos Instrutores e a dos Supervisores, encontrando-se estas confirmadas no RCC System.

§ 4° - Para ocupar a função de Operador, sendo do Corpo Executivo, é dever do policial ter cargo igual ou superior a Inspetor, possuir conclusão na "Aula de Praças Intermediária" e na "Aula de Segurança", aplicadas, respectivamente, pelas companhias Escola de Formação de Executivos e a dos Supervisores, encontrando-se estas confirmadas no RCC System.

Artigo 5° - O Auxiliar Operacional é o responsável por manter os operadores atentos às suas funções e aos comandos que forem dados na base, sendo também o encarregado de substituir um operador caso o mesmo tenha que sair ou ficar ausente.

§ 1° - O Auxiliar Operacional deverá ser obrigatoriamente o policial de maior patente/cargo presente na sala ou par do operador de maior patente/cargo.

§ 2° - Caso membros do Grupo Organizado de Polícias Habbianas (GOPH) queiram adentrar ao batalhão, o Auxiliar Operacional ficará responsável por conferir na listagem de exonerados no RCC System, salvo casos quando o batalhão for o Auxiliar que, no caso, o operador 2 estará responsável por isso.

§ 3° - Cabe ao Auxiliar Operacional verificar, com o Operador 3 e o Operador 4, se o individuo que está solicitando o acesso ao batalhão é irregular, sendo este identificado como fake ou exonerado. Caso a entrada de um individuo irregular seja realizada, o Auxiliar Operacional e o Operador responsável deverão ser punidos com o acréscimo de 40 medalhas efetivas negativas.

§ 4° - Para ocupar a função de Auxiliar Operacional, sendo do Corpo Militar, é dever do policial ter patente igual ou superior a Sargento, possuir o "Curso de Formação de Sargentos", aplicado pela companhia dos Treinadores, concluído, encontrando-se este confirmado no RCC System.

§ 5° - Para ocupar a função de Auxiliar Operacional, sendo do Corpo Executivo, é dever do policial ter cargo igual ou superior a Advogado, possuir a "Aula de Praças Avançada", aplicada pela companhia Escola de Formação de Executivos, concluída, encontrando-se este confirmado no RCC System.

Artigo 6° - O Sentinela é o responsável por aplicar a pré-instrução aos recrutas, enquanto eles estiverem a espera da aula, o indivíduo que ocupa a função é identificado pelo balão de fala cinza. Nesta função, você deverá utilizar seus conhecimentos, podendo ser punido caso utilize script — algo já preparado — durante a pré-instrução. Dentre os temas a serem abordados estão: forma de tratamento, atendimento, comandos e como falar em negrito. Seu objetivo é, portanto:

I - instruir os recrutas brevemente para que possam fixar melhor tudo o que será dito enquanto estiverem em aula;
II - abrir a porta de acesso ao teleporte, que dá acesso ao corredor dos Instrutores, para irem à sala de aula;
III - alertar ao Instrutor que estiver no Hall dos Instrutores, quando tiver 03 recrutas ou 10 minutos de pré-aula e caso não haja instrutores disponíveis, o Sentinela deverá notificar ao Oficial da Guarda.

§ 1° - Esta função não poderá ser exercida dentro da área de recrutas, uma vez que o comando "sentido" deve ser prestado no seu posto.

§ 2° - Instruções iniciais no Batalhão Auxiliar poderão ser realizadas com 02 recrutas ou 05 minutos de pré-aula.

§ 3° - No Batalhão Auxiliar, além das funções supracitadas, o Sentinela deverá manter a listagem de exonerados aberta, exercendo a função de Operador 4 do batalhão. Caso um exonerado seja liberado para realizar sua Instrução Inicial, o Sentinela deverá ser punido com o acréscimo de 40 medalhas efetivas negativas.

§ 4° - Para ocupar a função de Sentinela, sendo do Corpo Militar, é dever do policial ter patente igual ou superior a Cabo, possuir conclusão no "Curso de Formação de Cabos" e na "Aula de Segurança", aplicadas, respectivamente, pelas companhias dos Instrutores e a dos Supervisores, encontrando-se estas confirmadas no RCC System.

§ 5° - Para ocupar a função de Sentinela, sendo do Corpo Executivo, é dever do policial ter cargo igual ou superior a Inspetor, possuir conclusão na "Aula de Praças Intermediária" e na "Aula de Segurança", aplicada, respectivamente, pelas companhias Escola de Formação de Executivos e a dos Supervisores, encontrando-se estas confirmadas no RCC System.

Considerações: Melhor adequação da respectiva seção, que encontrava-se muito concisa, dificultando a leitura.

Desenvolvido por: Acionista Majoritário Bionne.
Encaminhado à: Corregedoria.

Veredito: Aprovado.


Proposta de Lei n° 265/2020 - "Da edição da seção I do cap. V do Código de Conduta Militar" YMnmU4d
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