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=Iaguinhosilva=

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Diretor

Nick do solicitante: goldenplays77
Nick do infrator: katiane13Diva
Desenvolvimento do ocorrido:



MASCARADOZIN222 escreveu:Boa noite, senhores diretores. Neste relatório estará descrito as ações que me deixaram um pouco entristecido nesta tarde. Eu estava na recepção, alistando um civil, tranquilamente. Quando pisei no tapete para liberar o recruta para o operador 04, o soldado ..::Snow::.. sentou em minha cadeira. Imediatamente, com meus instintos hierárquicos, ordenei ao mesmo para retirar-se de meu posto na recepção, mas, o soldado, sinicamente, ignorou a minha ordem, ainda ousou dizer que era para eu sair do tapete, mediante a este fato, a senhora subtenente Morankika@@, que estava de Cabo da Guarda, chegou até a mim e perguntou-me por quais motivos eu estava no tapete, neste momento, pode-se perceber que a senhora CG "NÃO PERCEBEU" o ocorrido, um péssimo deslize, daí, infelizmente, eu acabei sendo rude, confesso que questionei se a mesma estava "atenta", um deslize meu. Acredito que, por este meu deslize, a senhora chanceler
Katiane13Diva, que estava de Oficial da Guarda, veio até a mim também me ordenou a sentar em outro lugar, bom, percebe-se que a senhorita chanceler também não notou que, o soldado havia sentado em minha cadeira, incorretamente e sem permissão, além de cometer insubordinação por não acatar minhas ordens, aliás, o soldado ..::Snow::.. foi responsável por cometer transtornos insignificantes na Área de Recrutas, então eu já estava ciente com o que eu estava lidando. A senhora chanceler havia me dado uma ordem de sentar em outro posto da recepção, entretanto, eu não acatei a ordem da senhora chanceler por sê-la "DESNECESSÁRIA", afinal de contas, o soldado havia sentado no meu lugar, aproveitou do momento em que eu estava liberando o recruta para executar a sua palhaçada, enfim, eu iria levar o soldado ao Centro de Instrução para dialogar, mas a senhora chanceler me SERPOU, assim então, abusando de seus direitos, mas, ela não estava ciente de todas essas informações, e nem quis saber. Quando eu disse a mesma que iria procurar os meus direitos, a  senhora chanceler disse ironicamente "Está me ameaçando, cabo?", percebe-se que a mesma me acusou de AMEAÇAS sem provas plausíveis, visando o fato de que, recorrer
não é AMEAÇAR alguém, é procurar por justiça. Enfim, a mesma me acusou também por "ATRAPALHAR o batalhão", nesta frase está óbvio notar-se que, eu era responsável por BADERNAS, um crime que eu não cometi, ainda disse que me rebaixaria. Ironicamente também disse "Aqui ninguém tem lugar..." "Sentou, sentou",
isto significa que, se alguém estiver liberando um recruta, um militar pode sentar em seu lugar? Afinal de contas, sentou, sentou, não é? Isto está errado.
A mesma comentou também que eu precisava da permissão dela ou da senhora CG para levar o soldado ao CI, ainda argumentou comigo se eu estava na casa da mãe joana, sendo que a senhora chanceler comandava um batalhão, acredito que sarcasmos não são ideais nestas horas. A senhora chanceler confirmou também que não interessava a ela o ocorrido. Finalizando o diálogo, a senhora chanceler ordenou-me a parar de falar, senão eu teria problemas, eu como subordinado, acatei a ordem.
Infelizmente, por conta do soldado, a senhora chanceler cometeu todos esses deslizes, por eu ter presença
nesses deslizes, tanto que, fui serpado, eu faço esse relatório, pois é meu direito de recorrer.
Agradeço por lerem até aqui, senhores diretores. Aguardarei por suas decições.


Vamos aos fatos


1. O soldado ..::Snow::.. é o militar responsável por todo este ocorrido.

2. O problema teria sido evitado se a senhora subtenente Morankika@@ tivesse percebido o ocorrido. Aliás, um militar no posto de CG necessita ter atenção.

3. Confesso minha rudez ao dirigir-me a senhora subtenente Morankika@@, entretanto, este feito foi o meu único deslize na história.

4. Acredito que, por causa do 3° fato, a senhora chanceler me considerou um baderneiro, mas ela deveria ter percebido a ação do soldado mal-intencionado, ao invés de me julgar por encontrar vestígios de rudez em duas mensagens minhas, mas não a culpo por isso, entretanto, a ação está incorreta. Eu deveria ter ido apresentar-armas, não ter sido serpado.

5. A senhora chanceler abusou dos direitos para me serpar.

6. A senhora chanceler me acusou de ameaçá-la sem provas plausíveis.

7. A senhora chanceler abusou de sua posição hierárquica para me obrigar a acatar a ordem de sentar em outro posto da recepção, sendo esta ordem desnecessária.

8. A senhora chanceler não se importou com o caso, me colocou como errado e cessou o diálogo. Acredito que não seja essa ação que os subordinados irão esperar de um oficial de cargo tão elevado na hierarquia.



Defesa katiane13Diva:


@katiane13Diva escreveu:Boa noite!

É com grande pesar que respondo esta intimação, pois em minha avaliação trata-se de um caso simples, contudo, eu já esperava pela mesma. No dia em questão, eu estava sim de oficial da guarda, um cabo, que logo após o ocorrido denominou-se de ''ex oficial'' e me fez ameaças quanto a minha conduta, o que aconteceu foi que o mesmo estava na recepção junto de meia dúzia de soldados inexperientes, o mesmo acabara tendo que levantar momentaneamente e, foi neste momento que um soldado sentou-se em sua cadeira, no mesmo ato, o mesmo indignou-se e tentou conversar com o cabo gerando tumulto na recepção, inclusive pisando no tapete da cabine em que o soldado, em questão estava, onde dar acesso ao batalhão à civis. Neste momento, eu como oficial da guarda, intervi e pedi que o mesmo retirasse-se do tapete e sentasse em outra cadeira vazia, inclusive o ameacei com serpa colocando-a próximo à ele, neste momento o mesmo então pediu ''retire a serpa senhora, para que eu possa passar'', a serpa foi retirada e então o mesmo sentou-se indignado em outra cadeira, entretanto, não satisfeito, o cabo que auto denominou-se ''ex oficial'' tornou a levantar, agora, pedindo que o soldado em questão prestasse o comando sentido à ele, na recepção, sem nenhuma autorização da cabo da guarda e muito menos minha, quanto oficial da guarda, o soldado então, prestou, e isso gerou mais um tumultuo, portanto, em decorrência da tentativa do cabo em causar tumultos com o batalhão em horário de grande movimentação, o mesmo foi somente serpado quanto deveria ter sido rebaixado, visto que, o mesmo não obedeceu nenhum protocolo descrito pelo CCM onde fica claro que nenhuma movimentação pode ser feita nos setores do batalhão sem a autorização do oficial da guarda presente, neste caso, o mesmo não só não pediu minha autorização, como também não pediu da cabo da guarda responsável por ele, desta forma, aplicou desrespeito contra as duas, visto que, a ordem para que o mesmo sentasse e não levantasse mais, sem autorização, já tinha sido dada, portanto, o mesmo praticou crime de insubordinação/ conduta imprópria. Após a serpa agir sobre o mesmo, e o cabo ser transferido automaticamente para fora do batalhão por causar tumultos, o mesmo fez uso do sussurro para auto julgar minha ação como errônea, e me ameaçar com represálias praticas pela corregedoria contra mim, inclusive enfatizou ser ''ex oficial'' para dar base em sua ação, desta forma, eu apenas expliquei o motivo do mesmo ter sido serpado e dei o assunto como encerrado e mandei que o mesmo procurasse a diretoria, já que era a sua vontade. Desta forma, concluo minha defesa e, peço encarecidamente a excelentíssima diretoria do corpo executivo uma análise detalhada e justa e, que faça o código penal ser cumprido ao final do caso.



D_U_D_S

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Diretor

Motivo: O recorrimento não é válido por vários aspectos, um deles a ausência de prints ou testemunhas como prova e por ser um caso básico, que poderia ser resolvido na hora. Sendo assim, o recorrimento não procede.

Aval: Indeferido, nenhuma punição a ser aplicada.



@isaacels

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Corregedor

Não existe o que ser julgado, sem evidências sem acusação, então o caso se torna indeferido

Veredito: Indeferido, e o diretor relator do caso deve advertir os envolvidos de como proceder da forma correta ao abrir uma denúncia formal a um policial da instituição para que casos como esse não se repitam



Dredmau

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Diretor

Análise: Ambos os policiais relatam coisas diferentes, sem prints não será possível continuar com o recorrimento do caso.


Veredito: Indeferido.



=Iaguinhosilva=

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Diretor

Análise: O caso não foi problemas graves, um pequeno fato que é apenas uma conversa simples resolve o problema. Ambos estão acusando um a o outro sem prints não tem como comprovar, recorrimento não é válido.


Veredito: Indeferido.



delapusya

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Diretor

Sem provas não se acusa ainda mais num caso simples como esse, então o caso se torna indeferido 

Veredito: Indeferido, também uma conversa formal com ambos que fizeram esta tempestade em vão 



Atenciosamente, VIP delapusya [DLS]


- VIP PMRCC;
- Membro da Diretoria do Corpo Executivo;
- Fiscalizadora dos Supervisores de Promoção;
- Comandante da Academia Militar das Agulhas Negras;
- Graduadora da Ordem Militar;
- Avaliadora do CFO;
- Membro do SRP;
- Conselheira da SFM.

Honrarias:

- 06 Medalhas de Honra: Destaque do Corpo Executivo.

carlosobama10

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Diretor

Acusações sem evidências, um acusa ao outro de ameaça porém ninguém apresenta prova sobre tal ameaça.

Veredito: Indeferido.



=Iaguinhosilva=

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Diretor

Veredito final: Indeferido.



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